Para ganhar a vida no campo, tem que pular cedo da cama. “Normalmente nós acordamos entre 5h30 e 6hs, que é o tempo necessário para que a gente se prepare e saia para o campo”.
O caminho para o trabalho é tranqüilo. Sem buzinas ou congestionamentos.
A estrada é livre, mas de terra.
E o escritório cabe dentro de uma pasta.
O computador portátil, guarda as informações sobre o desempenho da lavoura. Na minuciosa análise da plantação, é prudente fotografar qualquer irregularidade. O mundo globalizado permite que o problema de um passe a ser de todos. “Nós trocamos informações pela Internet, trocamos informações com os colegas de trabalho, visando difundir todas as tecnologias, visando otimizar os resultados de todos”.
Tanta tecnologia garante a boa produtividade da plantação. É a fartura do campo que reluz como ouro. Progresso agrícola que na roça deu ao agrônomo status de doutor.
“Agrônomo é o médico que traz o medicamento necessário no momento exato”.
E o privilégio de ter amigos fiéis a cada nova estrada. Para o agrônomo, a rotina no campo ainda propicia qualidade de vida. E o sucesso da profissão, lá fora, interfere dentro da casa de todos nós. A comida que se põe na mesa é o resultado desse empenho na roça. Cada grão de arroz que o brasileiro come, tem a colaboração de um agrônomo.
A prosperidade rural transformou a profissão no paraíso das ofertas de trabalho. É difícil encontrar agrônomo sem emprego, por volta de R$ 2.400 ou R$ 2.500 é o salário inicial desse profissional.
Outro raro benefício: Que profissão permite lazer no próprio ambiente de trabalho? Basta um cavalo arriado para o agrônomo relaxar depois de mais uma jornada.
Voltinha curta para dormir cedo e retomar a rotina na manhã seguinte.